<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798</id><updated>2011-07-08T14:27:30.360-03:00</updated><title type='text'>Requiem à Perdição</title><subtitle type='html'>Emoções não são nada além de lembranças. O único caminho é aquele leva ao futuro.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>NewConspirator</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09547589788450185626</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_RWjr7ezeRpQ/R--iSWRfxEI/AAAAAAAAAAM/TlmD8wkIfu8/S220/Charlie.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>16</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798.post-6712707352875632044</id><published>2009-07-21T22:28:00.001-03:00</published><updated>2009-07-21T22:32:07.169-03:00</updated><title type='text'>Why dude?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_RWjr7ezeRpQ/SmZsCxr3REI/AAAAAAAAAAs/l6MvBTzoqnQ/s1600-h/Why+So+Serious.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_RWjr7ezeRpQ/SmZsCxr3REI/AAAAAAAAAAs/l6MvBTzoqnQ/s320/Why+So+Serious.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5361091201384006722" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798-6712707352875632044?l=cronicasordinarias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/feeds/6712707352875632044/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798&amp;postID=6712707352875632044&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/6712707352875632044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/6712707352875632044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/2009/07/why-dude.html' title='Why dude?'/><author><name>NewConspirator</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09547589788450185626</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_RWjr7ezeRpQ/R--iSWRfxEI/AAAAAAAAAAM/TlmD8wkIfu8/S220/Charlie.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_RWjr7ezeRpQ/SmZsCxr3REI/AAAAAAAAAAs/l6MvBTzoqnQ/s72-c/Why+So+Serious.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798.post-6861875830187222823</id><published>2009-07-21T21:27:00.002-03:00</published><updated>2009-07-21T22:11:36.934-03:00</updated><title type='text'>What about the market place?</title><content type='html'>Um ano se passou do que foi a última vez que alguma insatisfação foi manifestada nesta comedida e irresponsável tentativa de intelecto que chamo de blog. Resolvi comemorar este "aniversário" de um tempo mal aproveitado nos arcabouços jurídicos com uma vontade irresistível de mal aproveitar o tempo de vocês também. Pois é meus caros, aquele subconsciente preguiçoso e vagabundo, que incita um radicalismo vivencial, está cada vez mais difícil de ser ignorado. Argumento plenamente justificável para as lorotas deste texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estive pensando, e estranhamente até sonhando, com a praça pública. Se isso é reflexo deste recente mergulho no estudo da filosofia – are baba! – só o tempo irá dizer. De qualquer forma, uma importante e básica (digo básica para não falar óbvia) constatação, é que este corpo celeste está cheio, e por vezes até demais, de um grupo muito heterogêneo. Mas embora tenhamos características diferentes, ao final de tudo, somos divididos entre aquelas grandes maiorias que passam vidas inteiras desconcertados do mundo, em uma existência cujos detalhes ou expressões não são suficientes para preencher meia página e aqueles que passam o dia de mãos dadas com um sentimento de insatisfação tão grande que por vezes, parece tão grande a ponto de incomodar, e muito, o seu sono. E assim, embora possamos ditar alguns axiomas desnecessários na doutrina Nietzchiniana, temos que reconhecer, de fato, que mundo é uma grande praça pública. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora meus caros, esta constatação não é tão difícil de entender quando qualquer um é colocado em um meio social no qual co-existem diversas pessoas de gêneros e sínteses diferentes. Assim, quando um começa a repensar seu estilo de vida e também a analisar mais detalhadamente o caráter, se é que assim podemos chamar a essência de ser de algumas pessoas, não se é difícil chegar à conclusão de qual o tipo de pessoa que você é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E embora as escolhas e estilos de vida dos outros possam parecer errados, ridículos, patéticos ou estranhos aos seus olhos, o que fazer? Fazer os demais enxergar a vida como você? Acho que não. Alguns exemplos históricos refutam esta possibilidade. A vida é dura, não? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Restam duas alternativas imagináveis. A primeira, que por vezes parece o caminho mais fácil a seguir, é fazer-se passar por um deles, replicando idéias já usadas, compartilhando de seus ideais pequenos e esperar que algum dia seja aceito pelo seu respectivo coletivo. O único porém desta alternativa é simples. Consegues ser assim e viver consigo mesmo, dia após dia, com um pequeno e recorrente zunido em seu ouvido cheio de reprimendas por sua covardia em não assumir o seu real caráter? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que neste ponto, vocês já devem saber qual é a segunda alternativa, o real antônimo para a covardia de se esconder atrás de facetas sociais. Afastemo-nos do lugar comum meus caros amigos, sejamos originais e não deixemos que a rotina termine por liquidar nosso espírito.  Busquemos, mesmo que solitariamente, o nosso real caminho na vida, a nossa real significância para nós mesmos, o nosso centro. Os olhos do mundo estarão sempre voltados para você, independentemente do caminho que seguir. Então, às favas com o mundo! Às favas com o barulho das pequenas moscas e seus olhares julgadores e com os grilhões dos arrogantes profetas e aconselhadores de plantão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus amigos, escolham cuidadosamente seus papéis, adentrem esta praça cercada de pagliaccis sociopatas dopados de remédios calmantes, ou busquem a montanha, solitária e alegre, para que, qualquer sendo o seu destino, você consiga atingir a sua paz interior. Aqueles, que puderem entender a mensagem, os vejo em breve. É hora de seguir o caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flee, my friend, into thy solitude and thither, where a rough strong breeze bloweth. It is not thy lot to be a fly-flap.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boas noites.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798-6861875830187222823?l=cronicasordinarias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/feeds/6861875830187222823/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798&amp;postID=6861875830187222823&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/6861875830187222823'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/6861875830187222823'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/2009/07/what-about-market-place.html' title='What about the market place?'/><author><name>NewConspirator</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09547589788450185626</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_RWjr7ezeRpQ/R--iSWRfxEI/AAAAAAAAAAM/TlmD8wkIfu8/S220/Charlie.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798.post-6741129207139149500</id><published>2008-07-09T13:09:00.003-03:00</published><updated>2008-07-09T14:30:45.951-03:00</updated><title type='text'>Paradoxos da Vida</title><content type='html'>Meus caros pseudo-leitores de além da imaginação, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida tem certos paradoxos que para algumas pessoas se mostram completa e arrebatadoramente insolúveis. Devo ser uma destas pessoas, porque não é menos que frequentemente que me vejo defronte à situações em que minha cabeça me diz uma coisa e meu coração me diz completamente outra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente para dar um alento à alma deste autor, vou escolher neste momento acreditar que vocês também, espalhados pelo mundo, já estiveram de frente a complexos paradoxos como estes. Seja por uma questão pessoal, seja profissional, seja até por questões envolvendo um amor mal resolvido, chega até a ser insistentemente irritante o quanto somos obrigados a tomar decisões em nossa vida que, embora saibamos que seu objetivo final será inegavelmente bom para nós, seu efeito imediato é nos transportar para o pior dos abismos existenciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O motivo de tudo isso, claro meus queridos leitores, chegou à minha porta. E trouxe companhia. E como resistir a tudo isso que parece inundar os sentimentos, quase causando uma torpeza que o impede até de realizar as coisas mais básicas? Percebi que é impossível. Sofrer faz parte da natureza humana, é inevitável se abster disso. E então, o que fazer? A única resposta que me parece correta neste momento é seguir seu coração. Por que muitas vezes as mais impossíveis decisões são tomadas pelo seu coração em instantes de segundo, mesmo que sejam as mais erradas do mundo, deixando somente ao seu intimidado cérebro tentar impor limites nestas ocasiões. E essa imposição de limites é a causa maior destes paradoxos. A certeza da situação já é concreta, palpável e realizável, mas sua mente insiste em destrui-la, racionalmente, pedaço por pedaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é. São estes paradoxos, estes sabores e dissabores que estão à nossa volta, tão difíceis de serem resolvidos, que as vezes podem ser os catalisadores para radicais mudanças na vida. Eu sinto esta mudança chegando. Mas será que no momento adequado terei a coragem necessária para seguir aquilo que meu coração já se decidiu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu um conselho eu puder deixar para todos vocês é: tenha a coragem de seguir seu coração pois, apesar dos problemas e momentos que certamente abalarão sua fé em você mesmo, seguindo seu coração é o único caminho para a felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo dirá. Desejo-lhes muito sucesso na vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798-6741129207139149500?l=cronicasordinarias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/feeds/6741129207139149500/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798&amp;postID=6741129207139149500&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/6741129207139149500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/6741129207139149500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/2008/07/paradoxos-da-vida.html' title='Paradoxos da Vida'/><author><name>NewConspirator</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09547589788450185626</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_RWjr7ezeRpQ/R--iSWRfxEI/AAAAAAAAAAM/TlmD8wkIfu8/S220/Charlie.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798.post-7240086936420164030</id><published>2008-03-30T11:49:00.001-03:00</published><updated>2008-03-30T11:49:33.606-03:00</updated><title type='text'>Etilicidades</title><content type='html'>Inicio esta crônica com um aviso, similar aqueles que seguem em rótulos de garrafas e maços de cigarros e de todos estes adoráveis vícios que existem por aí, transliterado da seguinte forma: “o autor deste blog adverte: a leitura das opiniões contidas neste texto pode ser prejudiciais à saúde”. Digo isso seriamente, pois possuo o contido medo de que alguém, eventualmente, na mais frágil e influenciável das existências, possa levar alguma coisa que escrevo a sério. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Gritos de amoestação à parte, gostaria de compartilhar mais uma visão que tive. Recentemente, tenho evitado, ou ao menos limitado, emitir minhas opiniões e comentários sobre determinados assuntos que surgem em reuniões sociais, dessas que começam nos círculos de amigos, passam por mesas de bar e, nos casos mais ultrajantes, capitulam o fim de amizades dessas que surgiram nos berços de maternidades. Tudo isso para perceber, ou ao menos compreender, uma das considerações mais óbvias e interessantemente mais obtusas para alguns. Mas vamos voltar um pouco, antes que alguns de vocês, ansiosos por natureza, já me chamem de louco, pinel ou de outras alcunhas no mínimo perturbadoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não faz pouco tempo, uma amiga, tentando me convencer de que posso ter algum talento neste mundo das palavras, achou por bem definir que escrevo, e isso são palavras dela, "com a pena da galhofa e a tinta da melancolia". Um pouco intrigado por tal classificação, simples em seu conteúdo e um tanto resoluta em sua definição, agradeci pelas palavras de apreço e me retirei a um momentâneo autismo para refletir sobre os efeitos colaterais do peso e importância das frases a mim proferidas. A conclusão a qual cheguei, observando a relatividade das frágeis perspectivas existentes, é que não existem conclusões definitivas e que, ao máximo podemos nos contentar com a convicção e firmeza de uma escultura feita de gelatina de framboesa, resumidamente numa única palavra, oxítona por natureza, “talvez”. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mas por quê? Certamente as coisas seriam mais fáceis se pudéssemos simplesmente definir as coisas deste mundo em sim e não. Vã futilidade, por vezes uma ingenuidade infantil de enxergar a vida, por outras um forçado simplismo empregado como mero subterfúgio para evitar buscar respostas a questionamentos maiores para explicar porque ora estamos aqui e ora não estamos mais. Afirmo-lhes, meus caros leitores, que a existência humana, substanciada em uma afirmação tão simplória e tão precária de significado para os tormentos da alma não pode ser considerada como viver. Viver é tão mais do que isso, muito mais do que estar e ser. Existir transcende a materialidade da carne e osso para atingir a satisfação da consciência ou da alma humana, se assim posso dizer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nisso entra o talvez. O talvez, muito diferente das limitações de um quase, implica na abertura da mente a um leque infindável de opções quando discutimos, quase que liricamente, sobre os porquês da existência humana. Explicarei melhor. Aliás, acredito que nem precise, pois afinal outros melhores que eu já definiram isso em simples questões de relatividade e perspectivas. Tudo pode ser, mas poucas coisas eventualmente se materializam. Mas o que quero que vocês entendam, meus amigos, é que em tudo ser relativo, as opiniões se divergem, críticas se constroem, paradigmas se destroem e finalmente chegamos onde quero chegar: não existe certo nem errado. O que existe, na verdade, são meras questões de perspectivas lastreadas em convenções sociais que julgam uma pessoa e seu agir em consonância com um lugar-comum desenvolvido ao longo de milênios e séculos de existência.  Mas será isto suficiente para garantir uma coisa ser certa ou errada com uma convicção resoluta e indiscutível de ser? Difícil, se no mínimo impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, acalmem-se leitores aflitos, não quero aqui pregar qualquer espécie de anarquia. Os lugares-comuns da vida existem para um propósito, são os tais freios e contrapesos, que permitem que eu não estrangule o vizinho simplesmente porque não gosto dele. O que quero ver vocês fazendo, constantemente, é julgar as situações que lhes são apresentadas de uma maneira mais crítica. Não deixem tudo passar por diante dos vossos olhos sem questionar, não adotem uma postura blasé de ser. Façam, não façam, gritem, corram, enfim, existam. Ajam por vocês mesmos, não deixem convenções sociais impregnarem vossas mentes sem o mínimo de questionamento. Vivam. Independentemente do que acontecer. Não deixem que fatos passados transformem medos em monstros paralisantes para o seu futuro. Nada no passado é que vai lhe tornar uma pessoa melhor ou pior, boa ou má, cristã ou atéia. Somente suas atitudes futuras vão poder dizer algo neste sentido. E no final o único fato que irá importar, além das opiniões contrárias e a favor que o mundo fizer de você, é que você consiga se olhar no espelho e conviver com você mesmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa noite para vocês. E bom dia para alguns.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798-7240086936420164030?l=cronicasordinarias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/feeds/7240086936420164030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798&amp;postID=7240086936420164030&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/7240086936420164030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/7240086936420164030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/2008/03/etilicidades.html' title='Etilicidades'/><author><name>NewConspirator</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09547589788450185626</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_RWjr7ezeRpQ/R--iSWRfxEI/AAAAAAAAAAM/TlmD8wkIfu8/S220/Charlie.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798.post-1568160327152937545</id><published>2008-03-29T10:06:00.002-03:00</published><updated>2008-03-29T10:10:43.590-03:00</updated><title type='text'>Conversas de uma manhã de julho</title><content type='html'>Estava nestes últimos dias revendo algumas de minhas sandices literárias (se é que assim podemos chamá-las) e me deparei com essa conversa que tive alguns tempos atrás com uma amiga. Uma coisa que percebi em reler minhas opiniões é singular: cada dia que passa eu e a razão estamos correndo em direções opostas. Enfim, arrependimentos e constatações à parte, vejam com seus próprios olhos o que digo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Li!!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fÊ????? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Final Countdown: 10 days to go!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;oi &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Final Countdown: 10 days to go!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;td bem? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li!!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tudo, e vc? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li!!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;contando os dias? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Final Countdown: 10 days to go!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;dá pra perceber? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Final Countdown: 10 days to go!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;hehehe &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li!!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;então, eu revelei as fotos da festa junina!!! ficaram tão legais!!! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Final Countdown: 10 days to go!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;´hehehe...vc tem elas no computador já? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li!!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;elas tão em casa, mas hoje de noite eu scaneio tudo!! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li!!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tem uma sua sozinho!!!! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Final Countdown: 10 days to go!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;hahaha &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Final Countdown: 10 days to go!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quero ver hein &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li!!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tá tão legal!!!! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Final Countdown: 10 days to go!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;hehehe &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Final Countdown: 10 days to go!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;aquela banheirinha dos infernos aparece? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li!!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sim!!!!!! vc ainda tem ela?? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Final Countdown: 10 days to go!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mas é claro &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li!!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu ainda não entendo pq vc guardou tudo... é algum jeito de se prender a sua infância, ou algo assim?? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Final Countdown: 10 days to go!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;particularmente, fisolofando sobre esta minha existência, devo acreditar que, além da possibilidade acima, o ponto maior não é de se prender a minha infância, mas o fato de que nunca saí dela que me corrói a mente &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li!!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ah sim, agora eu entendo!! Então essa pequena banheira é apenas uma ancora que te prende à sua suposta infância. Mas isso não acaba te prendendo à uma realidade não-existente, uma vida falsa?? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Before printing think about your responsability towards the environment. diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;veja bem, qual o melhor dos subterfúgios para buscar felicidade do que uma existência paralela à sua tragicômica vidinha... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Before printing think about your responsability towards the environment. diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;além do que, é na imaginação de uma pessoa que reside a verdadeira felicidade, pois é a partir dela que podemos buscar o melhor para nós, mesmo que este melhor seja um devaneio alternativo, na verdade um escapismo existencial que muitos que não estão contentes com a realidade buscam em si próprios &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Before printing think about your responsability towards the environment. diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;entende? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li!!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entender eu te entendo, mas não sei concordo se fugir da realidade, mesmo que para uma dimenção paralela existente só na sua imaginação, é a melhor saida... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li!!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;porque o ideal seria que vc transferisse toda a sua imaginaçaõ na concretização desse universo paralelo na sua realidade tangível, transformála em um mundo condizente com o que você busca, com a felicidade do seu âmago!! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Before printing think about your responsability towards the environment. diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;veja bem, a realidade, tal qual como é, é um fato inescapável de nossa existência. Para o bem ou para o mal ela está aí e é através das experiências desta realidade que somos capazes de amadurecer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li!!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isso eu não poderia concordar mais!! Mas cabe a você, e somente você, tornar melhor todos os aspéctos mutáveis da sua realidade, melhorar variáveis nas quais você tem certo controle sobre, entende? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Before printing think about your responsability towards the environment. diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;calma, não terminei meu raciocínio, estava na sala da minha chefe &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li!!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ah, , desculpe! prossiga, por favor &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Before printing think about your responsability towards the environment. diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;assim, determinadas experiências desta realidade resultam em certas emoções negativas, por assim dizer, que, embora sejam meios para provocar um crescimento emocional em um indivíduo, por tempos, neste interlúdio emocional, ocasionam fugazes formas de escape de tais emoções negativas para situações fictícias da imaginação humana &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Before printing think about your responsability towards the environment. diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;para proteger a frágil psique do homem. É certo que tais formas de escape nada mais são do que ferramentas utilizadas para recuperação emocional de um indivíduo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Before printing think about your responsability towards the environment. diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mas não digo que são uma maneira de se viver, mesmo porque a total alienação social é um tanto quanto impossível para os sãos de mente, visto que quer queira ou quer não, estão vinculados a um meio ambiente social do qual não conseguem se livrar &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Before printing think about your responsability towards the environment. diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;portanto, não rejeito a realidade, do jeito que ela é, mas simplesmente aceito estas fugas da imaginação para curar as mazelas da alma &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Before printing think about your responsability towards the environment. diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pronto, agora terminei &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li!!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uau!!! To impressionada!! agora que você terminou o seu raciocínio, eu entendo o sua visão em relação ao tema realidadeXdevaneio, e tenho que dizer que divido suas idéias!! Meu Deus, porque nós não conversávamos quando eu sofria de tormentos na alma?? Você teria sido uma ajuda indispensável!!! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Before printing think about your responsability towards the environment. diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;hahahaha &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Before printing think about your responsability towards the environment. diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não sei não...se nem eu as vezes acredito no que eu falo... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Before printing think about your responsability towards the environment. diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mas como dizem "do as I say not as I do" &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Before printing think about your responsability towards the environment. diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;heheh &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li!!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é, isso é o mais fácil... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li!!! diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;nvou colocar nossa conversa no meu espaço, pode? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Before printing think about your responsability towards the environment. diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;coloque, à vontade...colocarei no meu também então&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798-1568160327152937545?l=cronicasordinarias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/feeds/1568160327152937545/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798&amp;postID=1568160327152937545&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/1568160327152937545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/1568160327152937545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/2008/03/conversas-de-uma-manh-de-julho.html' title='Conversas de uma manhã de julho'/><author><name>NewConspirator</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09547589788450185626</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_RWjr7ezeRpQ/R--iSWRfxEI/AAAAAAAAAAM/TlmD8wkIfu8/S220/Charlie.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798.post-116735315108897103</id><published>2006-12-28T22:36:00.000-02:00</published><updated>2006-12-28T22:45:51.100-02:00</updated><title type='text'>Curtas Verdades</title><content type='html'>Meus caros,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prometo manter este &lt;em&gt;&lt;/em&gt;post&lt;em&gt;&lt;/em&gt; bem curto. Não quero me prolongar sem sentido porque não tenho razão para isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei o que escrever. Quero derramar aqui tudo o que penso, todas as conclusões as quais cheguei sobre tudo o que me aconteceu nestes últimos tempos desde a última vez que aqui escrevi, mas nada me vem à mente senão ela. Estou perdido, não consigo parar de pensar nela, e estou começando a ficar assustado com isso. Porque será? Estou percebendo que viver sem ela beira o impossível. Aliás, não estou vivendo. Estou vegetando. O único momento do dia que permaneço alerta e pareço vivo é quando resolvo ficar pensando em meios para tê-la de volta. Só isso importa agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou me sentindo diferente do que fui. Aquele que escrevia aqui sem saber o que esperar parece-me agora uma memória longínqua do que sou agora. Estranho. Diferente. Mas, enfim, real. Finalmente tenho um propósito que me faz sentido. Finalmente tenho o que esperar. Finalmente, o motivo chegou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lhes disse que eram curtas. E indubitavelmente verdades.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798-116735315108897103?l=cronicasordinarias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/feeds/116735315108897103/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798&amp;postID=116735315108897103&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/116735315108897103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/116735315108897103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/2006/12/curtas-verdades.html' title='Curtas Verdades'/><author><name>NewConspirator</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09547589788450185626</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_RWjr7ezeRpQ/R--iSWRfxEI/AAAAAAAAAAM/TlmD8wkIfu8/S220/Charlie.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798.post-116648648205853078</id><published>2006-12-18T21:17:00.000-02:00</published><updated>2006-12-18T22:06:36.503-02:00</updated><title type='text'>Fim de Noite</title><content type='html'>Me aventurar pelo mundo das palavras é uma coisa que me deixa estupefato. Quantas possibilidades, quantas hipóteses, quantas maneiras de buscar um fugaz remédio da realidade que tanto nos destrói. Mas, devo confessar uma coisa a vocês leitores, logo de início, para que nem vocês nem eu nos iludamos sobre o que sai escrito neste blog, afinal, sem a verdade, nada seríamos: não tenho idéias fantásticas sobre o que escrever, simplesmente sento à minha mesa e fico olhando para o computador até que as palavras venham a mim. Talvez as palavras que vão me surgindo são reflexos das descobertas que este precário autor faz sobre as coisas da vida, das maravilhas e das desgraças que descubro sobre a frágil mente humana, das experiências e sentimentos que se manifestam dentro deste pequeno coração, ou simplesmente, talvez porque eu seja besta o suficiente para escrever baboseiras sem fim, esperando que alguém as leia e seja entretido por elas. De qualquer jeito, tenho a certeza que sou uma pessoa melhor quando sinto, e não quando penso. A racionalidade acaba com os sonhos e desejos, enquanto quando deixo que meu coração me guie, seja para onde for, percebo que estou mais feliz. Enfim, a racionalidade é uma das maiores desgraças da humanidade. &lt;br /&gt;Como prova de que não penso quando escrevo, quero compartilhar o que sinto agora. Estou desapontado comigo mesmo. E muito. As pessoas sempre me disseram, tanto que já estou convencido disso, que eu sou alguém que muito pensa sobre qual imagem os demais vão desenhar de mim, e por isso, me esforço ao absurdo para agradá-las, por vezes esquecendo de mim. Mas, considerando tudo isso, sempre achei que no esforço de agradar as pessoas, nada poderia me deter pois, fazendo o que elas queriam, sempre iriam gostar de mim e não veriam falhas em mim.&lt;br /&gt;Ah, como estava enganado. E como não poderia deixar de ser, mais esta lição de vida não poderia vir a mim normalmente, mas sim teria de vir como um tapa na cara, violento e merecido. Eu sou falho. Isso, digo verdadeiramente consciente de que sou falho. Não posso agradar a todos e foi isso que consegui. Fui errado com a única pessoa com quem não queria ser errado. Falhei. E perdido com minha falha, tentei desesperadamente corrigí-la, só para saber no final que não seria possível. E por que não seria? Informo-lhes que passei um tempo me questionando sobre o que havia acontecido e se tentar buscar a conciliação seria a melhor solução. Não sei se a pessoa de quem falo aqui um dia irá ler o que deixo aqui transcrito, mas gostaria de responder-lhe uma pergunta que me foi feita. Posso não saber lhe dizer o que é o amor. Posso passar o resto de minha vida tentando lhe entregar uma resposta direta sobre a definição do amor, mas sei que esta nunca será perfeita, porque esta simples palavra, tão curta na sua gramática mas intensamente infinita em seu significado, nunca é igual. Para cada pessoa seu significado implica alguma coisa diferente. Para cada pessoa, o amor é jeito torto de bater o coração, é o perder-se em sonho em pleno dia, é o viver para o outro e esquecer-se de si próprio. Para outros, é simplesmente uma palavra, uma emoção distante, uma esperança, um desgosto. Por isso não posso definir o que é amor. Nem o mais belo dos versos poderá um dia alcançar a graça do que é o amor. O amor é algo que se sente, e não algo que se transcreve em textos. Não quero definir o que é o amor. Prefiro que ele fique guardado no meu peito, pois é o que me faz viver, é a vontade que me faz acordar de manhã, que me faz nunca desistir.&lt;br /&gt;Caro leitor, fatos são fatos. A culpa é somente minha. Não vou tentar trazê-la de volta. Por mais que esse seja o mais fervoroso dos desejos que tenho. Eu não a mereço. Resta agora somente o desejo latente de que um dia esta pessoa possa me perdoar. Mas agora sou eu quem deixa um pedido, que talvez fique perdido no tempo e espaço, que talvez nunca chegue ao seus olhos, mas que é um pedido sincero: espero que você seja feliz, não importa o que isso implique. Eu espero que você encontre alguém que te dê tudo o que você merecia ter recebido de mim, que ame você e respeite você sempre como eu amo e respeito você agora.&lt;br /&gt;Adeus.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798-116648648205853078?l=cronicasordinarias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/feeds/116648648205853078/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798&amp;postID=116648648205853078&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/116648648205853078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/116648648205853078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/2006/12/fim-de-noite.html' title='Fim de Noite'/><author><name>NewConspirator</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09547589788450185626</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_RWjr7ezeRpQ/R--iSWRfxEI/AAAAAAAAAAM/TlmD8wkIfu8/S220/Charlie.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798.post-116571057193630621</id><published>2006-12-09T22:19:00.000-02:00</published><updated>2006-12-09T22:29:31.946-02:00</updated><title type='text'>Ave Fênix</title><content type='html'>Sei que vocês não são muitos. Para lhes dizer a plena verdade, tenho a plena consciência de que vocês são ínfimos, poucos, escassos. Mas isso não me traz maus agouros, não me consterna nem me abala, ao menos aparentemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando comecei com este &lt;em&gt;&lt;/em&gt;blog&lt;em&gt;&lt;/em&gt;, meu propósito não era cativar alguém ou algumas pessoas, mas simplesmente externar alguns pensamentos que estão a sempre consumir minha mente. Escrever neste blog, para mim, é terapêutico, pois, como sei que não sei quem são os que leêm o que aqui escrevo, todos os freios que possuo se vão ao espaço. Sim, terapêutico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixei de escrever neste blog por um bom período de tempo. Me enganava a dizer que tal falta era o resultado direto e irremediável da não existência prática do tempo para o fazê-lo. Dizia a mim mesmo ao deparar comigo mesmo no espelho que deixava de fazer as coisas porque não tinha o tempo necessário. Como era ridículo. Mas a desculpa me confortava, pois nada podia fazer, afinal, não tinha tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora o tempo me sobra. E a desculpa, que antes me servia de muralha como se eu fosse Jericó, caiu. A responsabilidade chegou à porta. Não posso tardar-me a atendê-la. Tempo é a essência de tudo. No final de nossa história, percebo agora que não me bastará ser ou ter alguma coisa, mas ter usado esse meu tempo com o quis fazer. Tempo é essência. Tempo é tudo. E tempo é nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saudações.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798-116571057193630621?l=cronicasordinarias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/feeds/116571057193630621/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798&amp;postID=116571057193630621&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/116571057193630621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/116571057193630621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/2006/12/ave-fnix.html' title='Ave Fênix'/><author><name>NewConspirator</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09547589788450185626</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_RWjr7ezeRpQ/R--iSWRfxEI/AAAAAAAAAAM/TlmD8wkIfu8/S220/Charlie.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798.post-113745716236961024</id><published>2006-01-16T22:02:00.000-02:00</published><updated>2006-01-16T22:19:22.403-02:00</updated><title type='text'>Interlúdio</title><content type='html'>Esta tela em branco me assusta leitor, me enche de temor...Agora, poderia eu questionar as milhares de razões que me levam a olhar para este espaço vazio e não ter o que dizer...debater todos os vezes e revezes que me deixam pálido diante de um computador...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas afinal, estou cansado...e a novela está no ar....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boas noites,&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798-113745716236961024?l=cronicasordinarias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/feeds/113745716236961024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798&amp;postID=113745716236961024&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/113745716236961024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/113745716236961024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/2006/01/interldio.html' title='Interlúdio'/><author><name>NewConspirator</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09547589788450185626</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_RWjr7ezeRpQ/R--iSWRfxEI/AAAAAAAAAAM/TlmD8wkIfu8/S220/Charlie.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798.post-111785346398395865</id><published>2005-06-03T23:50:00.000-03:00</published><updated>2005-06-03T23:51:03.990-03:00</updated><title type='text'>A porta de um olhar</title><content type='html'>Ora leitor, há que se dizer que por um longo tempo não escrevo aqui. Muitas poderiam ser as razões para tanto, que poderiam me confortar a alma em buscar desculpas, em tentar desesperadamente impedir que mais um dos pilares de minha alma viesse a cair. Em vão. Resto aqui defronte a vocês sem mais respostas para todas as perguntas que tilintam em minha mente, resto aqui, resto... Mas de uma forma tão assustadora que me parece que minha mente e meu corpo meteram-se em uma guerra e seguiram caminhos opostos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paro para pensar onde me encontro, mas não me acho. Meus pensamentos neste momento estão perdidos pelos limites da razão, se buscando entre si, tentando fazer da loucura um sentido na vida deste estupefato autor. De repente, por um instante de segundo consigo me localizar. Ergo a cabeça e me vejo num quarto escuro, vazio. Em minha frente, existe uma porta, olho-a, mas temo por abri-la, o que poderá acontecer? Quem poderá estar do outro lado? Diversas perguntas que por menos valor que possam ter martelam em minha cabeça e impedem meus movimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Permaneço sentado no chão, contemplando as diversas possibilidades que a abertura da porta se me traria. Abrir? Ainda não consigo me concentrar o suficiente para levantar o braço em direção à maçaneta. Agora, uma forte sensação surge na ponta do meu estomago, mas continuo a encarar fixamente a porta, que me retribui um olhar pavoroso que me faz rebaixar a cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim, perpetrado por um medo irracional, mas de tão forte me faz tremer a alma, continuo sentado, e a pergunta continua: Abrir? ABRIR? AAABRIR???? Perco a alma, começo a sentir que o ar agora foge de mim, e num último ímpeto de dignidade tento recuperar um mínimo fôlego que provoque uma centelha na vida do abismado autor. Abrir? Noto que uma fagulha de coragem começa a brotar no ínfimo do meu coração. Interessantemente, me vem à cabeça as histórias de heróis míticos, que sacrificaram suas vidas, que seguiram em frente, de cabeça erguida, mesmo enquanto o mundo que lhes cedia abrigo os derrubava insistentemente, quebrantando-lhes os espíritos. E mesmo depois de tantas tragédias, reerguiam-se e continuavam seu caminho. Chegou a minha hora de fazer o mesmo. Mesmo que minha tragédia pouco se compare com tais histórias, serviu para deixar uma cicatriz profunda no meu peito, serviu para me colocar de joelhos perante a vida e assistir calado o desmoronamento dos pilares de minh’alma. Sem escoras agora, do chão tento me reerguer para continuar minha efêmera caminhada por este mundo. Abrir?? Corajoso, levanto e caminho em direção à porta. Olho a maçaneta. Titubeio. Fecho os olhos e giro a maçaneta e lentamente abro a porta. Mesmo com os olhos fechados percebo uma luz forte forçando-se para dentro de minhas pupilas. Abro os olhos, e vejo um vazio. Não há nada do lado de fora do quarto. Subitamente, um arrepio gelado me sobe pela espinha: Fiz a coisa certa? Será que não devia ter aberto? Torno meu olhar para o quarto, que se encontra escuro e frio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que será este vazio? Por que não há nada fora do quarto? O que devo fazer? A luz emanada do lado de fora do quarto aquece minha face de maneira que sinto um pequeno conforto de que nem tudo está perdido. Chegou a minha vez. É hora de recomeçar. Não posso mais ficar me escondendo no passado com medo de viver o futuro. Saio em direção ao vazio. A porta atrás de mim fecha-se, isolando o quarto escuro. Estou agora em um lugar completamente desconhecido, mas sinto algo novo se manifestando em minha mente: esperança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A mente que se expande a uma idéia nova jamais retorna ao seu tamanho original”. Não sei por que isto me vem à mente. Mas me causa um grande conforto. Sinto pela primeira vez que o fantasma do passado finalmente está perdendo seu poder sobre mim. Saio rumo ao desconhecido, não sei o que devo fazer, não sei o que esperar, de nada tenho certeza, mas sei que o caminho que trilho, mesmo pleno de potenciais arrependimentos, me faz humano, como há muito tempo não me sentia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798-111785346398395865?l=cronicasordinarias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/feeds/111785346398395865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798&amp;postID=111785346398395865&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/111785346398395865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/111785346398395865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/2005/06/porta-de-um-olhar.html' title='A porta de um olhar'/><author><name>NewConspirator</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09547589788450185626</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_RWjr7ezeRpQ/R--iSWRfxEI/AAAAAAAAAAM/TlmD8wkIfu8/S220/Charlie.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798.post-111508710732024659</id><published>2005-05-02T23:22:00.000-03:00</published><updated>2005-05-02T23:25:07.320-03:00</updated><title type='text'>Descrédito</title><content type='html'>Saco, tudo o que acontece e aconteceu até agora me parece uma perfeita conspiração do Universo contra a minha pessoa... Algum dia isto há de melhorar? Estou desacreditado pelo mundo...ou seja, enfim, um saco...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sacooooooooooooooooooooooooooooo!!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só digo: All work no play makes Felipe a dull boy. Well, isn't that perfectly true...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798-111508710732024659?l=cronicasordinarias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/feeds/111508710732024659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798&amp;postID=111508710732024659&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/111508710732024659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/111508710732024659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/2005/05/descrdito.html' title='Descrédito'/><author><name>NewConspirator</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09547589788450185626</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_RWjr7ezeRpQ/R--iSWRfxEI/AAAAAAAAAAM/TlmD8wkIfu8/S220/Charlie.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798.post-111438924593164740</id><published>2005-04-24T21:23:00.000-03:00</published><updated>2005-04-24T21:34:05.933-03:00</updated><title type='text'>Pândego Pós Feriado</title><content type='html'>Mais um feriado fatalmente termina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora não tenciono descrever os fatos que me acometeram, justamente porque se o fizesse, não completaria duas linhas. Posso dizer que foi divertido...não ter o que esperar pode ser engraçado, como em uma comédia solitária e deliriosa. Resta aqui meu post para manter a minha intenção e fútil promessa de prolongar este blog. Acredito que durante a semana terei mais o que escrever ao desiludido leitor. Aguardem-me...A esperança, meus queridos, é última que morre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, que este círculo da vida continue e, se me permitem um escapismo popular...é hora de "Festa no Apê"...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boas noites...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798-111438924593164740?l=cronicasordinarias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/feeds/111438924593164740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798&amp;postID=111438924593164740&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/111438924593164740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/111438924593164740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/2005/04/pndego-ps-feriado.html' title='Pândego Pós Feriado'/><author><name>NewConspirator</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09547589788450185626</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_RWjr7ezeRpQ/R--iSWRfxEI/AAAAAAAAAAM/TlmD8wkIfu8/S220/Charlie.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798.post-111387519820001931</id><published>2005-04-18T22:29:00.000-03:00</published><updated>2005-04-19T15:31:07.466-03:00</updated><title type='text'>Ressaca Intelectual</title><content type='html'>Há muito já não contemplo este blog. Há muito não tenho idéias para um post. Há muito o tempo foge de mim, e há muito não consigo alcançá-lo. Escrever neste blog mais me parece uma batalha do que uma fuga da rotina. Mas é uma batalha interessante de ser travada. Gosto de postar aqui, embora não faça com tanta freqüência como seria aprazível de se fazer. Mas continuo postando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que este post não deva se prolongar. Do título, trago a explicação. Ando sem idéias, e sem estas, postar se torna algo quase impossível. Talvez seja a palidez com que enxergo a vida ultimamente, talvez seja por simples preguiça de parar e pensar nas coisas como faço, ou fazia, em grande parte do tempo. Acredito ainda que deva ser porque fatos novos não andam a acontecer. A rotina me tomou, e me tomou por completo. Jazo (e porque não) agora na cama, ao fim de um dia e principiar de uma nova madrugada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, deixemos de devaneios acerca dos males da vida e falemos de coisas menos pesarosas ou complicadas. Devo? Não sei, mas o melhor é falar e esperar o resultado. Falei que ando sem idéias. Pareço que estou tagarelando sobre randômicos assuntos sem qualquer propósito. Bom, avisei o assustado leitor desde o começo deste post, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou ficando temeroso com relação a este post. Acredito que não está fazendo algum sentido, e por isso tenho por bem encerrá-lo antes que piore. Mas não temam leitores, essa ressaca haverá de passar e brevemente voltarei a plenamente perturbar-vos com besteiras cotidianas de uma ordinariedade impressionante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boas noites. Finalmente...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798-111387519820001931?l=cronicasordinarias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/feeds/111387519820001931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798&amp;postID=111387519820001931&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/111387519820001931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/111387519820001931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/2005/04/ressaca-intelectual.html' title='Ressaca Intelectual'/><author><name>NewConspirator</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09547589788450185626</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_RWjr7ezeRpQ/R--iSWRfxEI/AAAAAAAAAAM/TlmD8wkIfu8/S220/Charlie.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798.post-111030858113390888</id><published>2005-03-08T16:02:00.000-03:00</published><updated>2005-04-18T23:01:57.823-03:00</updated><title type='text'>Quem é destino?</title><content type='html'>Existem muitas coisas na vida que nos entrevam de dúvidas e temor. Seria muito prepotente da parte deste autor querer saber ou listar todas aquelas existentes por este mundo aí fora, mas pelo dilema que nesses últimos tempos paira sobre a mente deste que vos fala, ao menos eis que há que se tentar proferir palavras de conforto, não só para as almas dos leitores, mas para a salvação da alma do próprio autor. Ando assistindo a muita televisão. E vejo fatos, em maioria oriundos da mais pura ficção da mente humana, mas que mesmo assim não são completamente desprovidos de sentido e despojo, pois são eles nada mais do que produtos da fantástica capacidade intelectual do homem, que as adapta de situações da vida real, logo, fazendo da ficção, a tradução da realidade vista através dos olhos humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que desde que me conheço por indivíduo, nunca acreditei em destino. Tudo era simplesmente uma ciranda de atos e fatos ridículos, e que, na vida deste autor, não pareciam randômicos, mas extremamente rotineiros. Nada como o tempo para se lhe pregar uma peça de tamanho poder que o coloque devidamente nos eixos, deixando claro que a palavra nunca é assaz peculiar, pois traduz um sentimento que obviamente foge do controle. O nunca surge em momentos de espontaneidade, de intensa conversa com seus sentimentos, mas que, embora seja o contrário, é dita com uma fugacidade extrema, que quando quedamos em si, vemos que nunca é um absurdo é a pior das ficções humanas, pois toma como base o pior dos sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ultimamente, vejo que o destino anda acreditando em mim. Não sei se para bem ou para mal. Só sei que ele acredita em mim. E isso me faz acreditar nele. E é mui engraçado como isso acontece, como o menor dos fatos faz alguns crer Nele, ou como, as vezes, é necessária uma calamidade estrondosa, daquelas como da sorte de Édipo, para revelar a verdade aos olhos e perceber como as vezes uma questão que o leitor tinha como certa e incontestável, pode, na verdade, contemplar outra possibilidade. Isso, admitamos, é incrível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atos vis todos praticamos, por mais inconscientemente que possamos os praticar. Mas o que torna grande o homem é a maneira pela qual ele é capaz de, por mais vil que tenha sido o ato, corrigir a situação. Penso que a capacidade de pedir perdão, desde que haja a vontade de ser perdoado, verdadeiramente, é a melhor das capacidades que uma pessoa pode desenvolver. Por mais tarde que possa ser, por pior que esteja a situação, contorna-la sinceramente enobrece o homem, haja visto que o arrependimento, por mais tardio que seja, pode salvar a alma. Errar, é pra qualquer um, ser capaz de reconhecer o erro e crescer com ele, é divino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para este autor, bastou o mais simples dos atos, de repente, não mais que de repente, justamente aquele que por gerações alimenta o espírito humano, para se perceber que tudo poderia ser diferente, para enxergar novas cores no arco íris. E também foi suficiente um cataclisma para que percebesse como ele por simples atos, também fez tudo se perder, fez do arco íris uma faixa cinza, fez do calor o frio, da vida a morte, do riso, o choro, do amor, a distância. Dizem ser lições de vida, para se aprender com isso e seguir em frente, deixar o passado ficar e contemplar o futuro de cabeça erguida. Pergunto-lhe agora leitor, se temos a absoluta certeza de que o seu futuro está no passado, perdoe o trocadilho, mas se o leitor considera que o futuro não será futuro sem o que está no passado, como então agir? Pode parecer-lhe ridículo e pequeno da parte deste autor, mas se tal resposta a mim fosse direcionada, de minha boca sairiam três palavras: “Vá e lute!”. Desistir sem tentar é viver sem sentir. Por isso, meu caro colega, tente, até que a última fibra de seu ser sucumba, até que o último sopro de ar saia de seus pulmões, nunca deixe de tentar, de se expor, porque isso se faz muito necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente, não mais que de repente, o destino pode lhe surpreender. Afinal, embora briguemos com o “nunca”, o “para sempre” pode ser muito mais real e avassalador.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798-111030858113390888?l=cronicasordinarias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/feeds/111030858113390888/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798&amp;postID=111030858113390888&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/111030858113390888'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/111030858113390888'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/2005/03/quem-destino.html' title='Quem é destino?'/><author><name>NewConspirator</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09547589788450185626</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_RWjr7ezeRpQ/R--iSWRfxEI/AAAAAAAAAAM/TlmD8wkIfu8/S220/Charlie.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798.post-109320820566059986</id><published>2004-08-22T16:46:00.000-03:00</published><updated>2004-08-22T17:56:45.816-03:00</updated><title type='text'>Adorável Ostracismo</title><content type='html'>Saudações!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decidi por tornar este blog algo semanal, já que ultimamente o tempo parece não parece ser amigo. Não é que nem por isso esteja omitindo algum fato excepcional que possa ter acontecido a este pálido autor, já que à contragosto dedica-se a extrair o máximo do ostracismo que veste como uma capa contra a sociedade que lhe abomina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Antes de adentrar na discussão que hoje tenho em pauta para os senhores, peço venia, com a devida paciência que lhes é natural, que me escutem, ou melhor, que leiam este post, para entender os motivos que levaram estre fraco autor a despejar suas idéias e sentimentos por sobre os ombros dos colegas leitores. Estou sozinho. Pronto, em duas palavras, embora curtas, defini concisamente minha situação atual, que a cada minuto mais se aprofunda neste abismo da vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há um um grande abismo entre sentir-se sozinho e estar solitário. Sentir-se sozinho é um sentimento profundo, que pode se revelar pelo mais simples factóide da vida, atingindo o de tal maneira, que o arranca de seu eixo, deixando-o à deriva na vida. Este é o pior sentimento que pode acometer um indivíduo, pois suas conseqüências são incomensuráveis. A solidão apavora a mente, leva-o a mundos desconhecidos, onde nada a lógica fugiu e o pandemônio te chama de filho. Enfim, é o caos sentimental que estilhaça a alma, produzindo milhares de pedaços de difícil reparação. É por isso que decidi por dar à tecnologia uma chance, e me expor completamente ao mundo através desse blog. Dizem os psicanalistas que guardar sentimentos para você é tão prejudicial quanto o uso de drogas. Deveras. Drogas levam você a um mundo que é modo de escape para uma situação insuportável, enquanto o cadeado da mente faz com que a idéia amadureça em seu interior, até o ponto de apodrecê-la como uma fruta velha. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por outro lado, há o fato de se sentir solitário. Isto é o mais simples, já que estar solitário não involve a solidão. Solitário involve o estado físico da pessoa, ou seja não afecta seu mundo sentimental. Ser solitário nada mais é do que uma opção, podendo ser alterada com tranquila facilidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, passemos a assuntos mais interessantes. Queria ter a benção de nunca ter de trabalhar na vida, ser mais um pária da sociedade, a rastejar pelos cantos, ignorando e por todos sendo ignorado, feliz por viver à margem de uma sociedade viciada, mas em seu todo viciante, e justamente por isso não o faço. Embora o ostracismo me pareça tentador, já tenho raízes tão fortemente fixadas na sociedade que se tentasse, voltaria rapidamente como um cão com o rabo entre as pernas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso, com a preguiça que me é peculiar, que não sei como terminar este post. Estou em plena luta com minhas idéias, sem saber quem irá sair vitoriosa dessa peleja. Me sinto gasto, depois do que lhes contei anteriormente. Mas lutemos, "tentemos outra vez", porque há muito pelo que ainda se vale lutar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, o ostracismo. Em determinados momentos me parece uma idéia fantástica, fugir de tudo, dar um pontapé na porta e sair mundo afora, explorar, questionar, esquecer. Pois por ser uma pessoa apegada ao esquecimento, talvez não sentiria falta da vivência social. Agora, me parece uma idéia fraca, que nasceu e continua sem possuir sentido, já que percebo agora que nossa existência, nossa vida, não é só nossa, mas de todos que conhecemos e de todos que nos conhecem (estou a comparar muito neste post).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, coloco meu chapéu e, com o casaco nos braços, me despeço cordialmente deste colega tão antigo da história humana, a desejar-lhe sucesso nos meandros existenciais, e vou para casa, a pensar nas pessoas que pensam em mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798-109320820566059986?l=cronicasordinarias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/feeds/109320820566059986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798&amp;postID=109320820566059986&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/109320820566059986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/109320820566059986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/2004/08/adorvel-ostracismo.html' title='Adorável Ostracismo'/><author><name>NewConspirator</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09547589788450185626</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_RWjr7ezeRpQ/R--iSWRfxEI/AAAAAAAAAAM/TlmD8wkIfu8/S220/Charlie.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798.post-109259505387884319</id><published>2004-08-15T15:03:00.000-03:00</published><updated>2004-08-15T15:37:33.876-03:00</updated><title type='text'>O dia do início</title><content type='html'>Bons dias!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adentro hoje o mundo dos blogs. Faço deste &lt;em&gt;post&lt;/em&gt; o meu &lt;em&gt;debut &lt;/em&gt;nesta sociedade tecnológica. Confesso que estes assuntos em pouco me interessavam, mas outra vez, fui forçosamente compelido a reconhecer as fruições que minha alma obterá ao dilacerar minha existência ao vazio do mundo virtual. Mal começo e já me sinto bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como treino, para a prática crônica que aqui me introduzo, descrevo o que se passou com a minha pessoa no dia de ontem. Como se é de costume na precária existência deste pequeno interlocutor, dirijo me, logo cedo, para aquele fim de mundo onde se localiza a grande Faculdade Paulista de Direito onde assisto, por intermédio de profissionais mal pagos, mal formados e de extrema pouca vontade, as aulas de prática jurídica que tanto me alegram nos sábados deste ano de 2004. Entre conversas e aulas que me causam um intenso tédio, encontro Malu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faço agora um interlúdio, e peço venia para contar-vos um pouco de Malu, pois ela representa muito em minha vida. Conheci Malu nas cadeiras desta Faculdade, nas famigeradas aulas de redação e linguagem jurídica, onde entre o escrever de um texto e outro, captivou-me o olhar, de forma que demorei-me a cair em si, depois de tal visão. Desde então, tornamo-nos amigos e, por meio das aplicações da modernidade dos dias de hoje, nossa amizade evoluiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois, bem terminada esta interrupção, brusca mas necessária para inteirar o leitor de toda a história, sigo adiante.  Passo a conversar com Malu, relatando a minha experiência do porvir: um churrasco de reencontro de antigos colegas dos &lt;em&gt;halls&lt;/em&gt; colegiais do Porto Seguro. Em um breve ataque de insanidade, tive o sonho de reunir todos, para relatar experiências passadas nestes tempos que se passaram desde que, pela última vez compareci às salas da aclamada instituição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, já saído da faculdade e em constante contato com o anfitrião do evento, montei meu cavalo de guerra (entenda-se por isso meu Gol 1.0. prata) e em disparada saí para o Morumbi adquirir os insumos a serem consumidos em tal festividade. Depois de uma sensacional corrida iniciada nas ruas de perdizes e terminada na loja de carnes, adquiridas as presas para os carnívoros colegas, chegamos, eu e meu colega, ao quiosque que nos fora reservado e começamos a prepará-lo para as pessoas que em breve chegariam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estabelecida a festa e todos os convidados presentes, digo que foi uma grande alegria a todos rever, tomar conhecimento das aventuras pelas quais se imiscuíram, enfim, abraçar a normalidade e simplesmente fofocar. Isso, combinado com a grande quantidade de álcool disponível, me acalentou o coração e o encheu de felicidade barata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evento chegava a seu fim, os convivas se despedindo desta misteriosa máquina do tempo, voltei à realidade, a triste e seca realidade. Retornei à residência, ainda ébrio do néctar lá provido, deite-me na cama e cai em sono, profundo sono, paradoxalmente amargurando os tempos que não voltavam mais e contente por ter um dia fora da comum passagem deste autor pelo mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que este foi um bom treino. Ainda assim, hei de melhorar consideravelmente nesta arte que é "postar". Bem vindos a este blog, de desventuras, aventuras, crises, corações partidos, enfim, um blog sobre mais uma vida ordinária que este autor tão bem se encaixa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isso.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798-109259505387884319?l=cronicasordinarias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/feeds/109259505387884319/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798&amp;postID=109259505387884319&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/109259505387884319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798/posts/default/109259505387884319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasordinarias.blogspot.com/2004/08/o-dia-do-incio.html' title='O dia do início'/><author><name>NewConspirator</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09547589788450185626</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_RWjr7ezeRpQ/R--iSWRfxEI/AAAAAAAAAAM/TlmD8wkIfu8/S220/Charlie.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
